25 de ago de 2016

Claudio Vieira lança biografia dia 31 de agosto em Feira de Santana



“O mundo está ao contrário” conta a história de superação de Claudio Vieira
O que um homem de joelhos pode fazer além de rezar? A resposta a esta e muitas outras questões sobre escolhas e vivências humanas é a essência da biografia de Claudio Vieira, que será lançada na FTC Feira de Santana no próximo dia 31, às 19h. É a história de superação e resiliência de um baiano que ganhou o mundo, deixando pelo caminho um rastro de coragem e determinação.

Natural da cidade de Monte Santo, sertão da Bahia, Claudio Vieira fez das dificuldades o passaporte para a realização de seus projetos de vida. Foi assim que chegou à FTC Feira de Santana, Instituição que lhe garantiu o diploma de bacharel em Ciências Contábeis. As limitações impostas por uma deficiência rara serviram de incentivo para o início de novas jornadas, contadas no livro “O mundo está ao contrário”.



De suas andanças Claudio Vieira recolhe subsídios para as palestras motivacionais que faz no Brasil e no exterior e para o livro, que já teve lançamentos em São Paulo, Salvador e sua cidade natal. Portador de Artrogripose Múltipla Congênita (AMC) – deficiência física que faz com que sua cabeça seja virada para baixo e nas costas, além ter as pernas atrofiadas e não possuir os movimentos dos braços – ele usa a própria vida como exemplo de superação.

A aptidão para proferir palestras foi identificada em depoimentos dados igrejas. Depois vieram os convites para contar a sua história em outros lugares, inclusive na Europa e nos Estados Unidos. E o menino que contrariou todas as probabilidades e decidiu não vegetar, mas viver ganhou as páginas de vários órgãos de comunicação internacionais, a exemplo do jornal britânico Daily Mail.

“Aprendi a adaptar meu corpo ao mundo”, diz Claudio Vieira, hoje com 40 anos de idade, que contabiliza em sua trajetória encontros com dois papas – João Paulo II, em 2001, na Itália, e Francisco, em 2014, no Rio de Janeiro. Sua doença foi objeto de estudos de um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) e de Brunel, em Londres, em 2015. Também no ano passado, uma equipe de médicos da Filadélfia propôs uma cirurgia experimental, com 10% de chance de corrigir o pescoço. Ele recusou.

Por Madalena de Jesus
Fonte: Ascom/FTC Feira de Santana


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