6 de dez de 2016

VIII Big Bands movimentou o sábado com muito rock

 Foto: Feira Coletivo Cultural (facebook)
 

O Festival Big Bands chegou à Feira de Santana. A Tripulação 14 iniciou a noite do dia 02 animando com indie rock e músicas autorais como “Espelho Quebrado”, “Mil Versões” , “Garota do Meu Bairro” e outras, influenciada por artistas como Zimbra, Vivendo do Ócio e Los Hermanos. Em seguida, a Fuzzskazul seguiu com um rock mais hardcore e dançante. Atração de fora, a Hazamat, banda da Paraíba, trouxe seu rock com as mais variadas atuações. O grupo, que já tem dois discos lançados, segue com show em Salvador. E pretende sair do Nordeste. A ideia, segundo Diogo Egypto, vocal e baixista, é “dialogar com a diversidade bebendo da música brasileira”.  Última banda a se apresentar, a That River fechou a noite com seu rock gruger.

Elsimar Pondé, radiojornalista, esteve presente no evento, e falou como é importante receber esse festival na cidade, já consolidado no Estado, apesar das dificuldades encontradas, já que o mesmo não tem apoio público, nem financiamento privado. “Porém sempre tem acontecido devido ao empenho e dedicação do idealizador Rogério Big Bross, em parceria com o Feira Coletivo”, explicou. A articulação faz com que o festival aconteça. O objetivo é que se chegue a outras cidades do interior, e quem sabe outros Estados. Elsimar destacou o Feira Noise, outro festival da cidade que deve voltar em 2017.

O Big Bands é mais um passo importante em Feira de Santana. Joilson Santos, que integra o Feira Coletivo Cultural, explanou a abertura de espaços para bandas e de como é relevante o planejamento de um evento como esse em parcerias. A expansão é organizada buscando soluções além do tradicional. ”Apesar de não termos patrocínio nem gravadora, a cena musical independente da Bahia só cresce. O Festival tem vários formatos e ao longo desses anos sofre modificações ao longo dos anos”, finalizou.

Por Laísa Melo

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